"Depois de meses e meses à espera do dia da partida para Nova Iorque, esse
dia chegou. No dia 28 de Março, alunos e professores acompanhantes tivemos de estar no aeroporto por volta das 9H00. Após termos feito o ckeck-in foi altura de nos despedirmos dos familiares e nos dirigirmos para o local onde mais tarde apanharíamos o autocarro para o avião. Viajámos no voo 103 da TAP, no Infante D. Henrique, e partimos às 11H45. Chegámos a Nova Iorque às 15H30 locais.
Quando chegámos ao aeroporto de Newark tivemos de ser 'entrevistados' e depois de toda essa burocracia lá fomos a
té ao autocarro (tinha o nome da nossa Escola) que nos haveria de levar até ao hotel Thirty-Thirty. Ficámos maravilhados, à medida que nos íamos aproximando de Nova Iorque. Lisboa parecia tão pequenina quando comparada com aquela cidade que nunca dorme. O hotel era acolhedor. Depois das malas arrumadas, fomos jantar e ainda passeámos pela Broadway e por Times Square. Tudo nos parecia fantástico e diferente. Todas aquelas avenidas cheias de pessoas, os edifícios tão grandes, as luzes... enfim, tudo era espectacular. No dia seguinte acordámos às 8H00 e tomámos o pequeno-almoço, muito diferente do d
e cá. Nesse dia visitámos o Museu de História Natural e o Museu Metrpolitan. Pudemos ainda passear junto a Central Park, descemos a 5ª Avenida, visitámos o Rockfeller Center. Como é óbvio, queríamos mais tempo para estarmos nos museus e nos outros pontos de interesse, mas o tempo não estica e havia tanto para ver. Neste dia andámos entre 10 a 15 Km e depois de jantarmos um belo bife grelhado, fomos descansar.
Na manhã seguinte, depois do pequeno-almoço, tomámos o metro para o porto da cidade, onde apanhámos o barco para a Estátua da Liberdade, não sem antes termos visitado o 'Ground Zero'. Quando ch
egámos perto da Estátua ficámos espantados com a grandiosidade e o significado deste monumento, mas também com a enorme preocupação que existe com a segurança. No regresso, ficámos em SeaPort, onde almoçámos num belo centro comercial em que cada um podia escolher o restaurante onde queria almoçar. Também fizemos algumas compras. Alguns alunos foram visitar o Museu da Po
lícia. No caminho de regresso do hotel, subimos ao cimo do Empire State Building. Que vista magnífica! Depois não havi
a corpo para mais...
Na manhã do dia 31, começámos por visitar China Town, onde também almoçámos. Que espaço engraçado com tantas raças juntas. Aqui comprámos muita coisa, desde a maior parte das prendas até outros objectos muito em conta! Como tínhamos começado as compras, decidimos continuar. De volta à lojas, passámos pelo edifício das Nações Unidas, tão alto que até parecia estreito. Depois, uns foram para o Macy's (os que estavam mais interessados em roupa) e outros para o H&B, uma loja de equipamentos tecnológicos, onde todos ficaram maravilhados com a oferta e com os preços. Mas também fomos ao T
oys'R Us. Que giro!
Os dias passaram depressa e a Quarta-feira chegou rapidamente. Neste dia começámos por visitar o Museu Guggenheim, aquele famoso museu de arte. À tarde passeámos uma vez mais pela 5ª Avenida, visitámos o Madison Square Garden, a Central Station e a Penn Station. Lanchámos (os que puderam) 'Dunkin Donuts'.
Quarta-feira passou muito depressa e o dia que ninguém queria chegou. Aproveitámos a manhã para as últimas compras e os últimos presentes e fomos almoçar a um 'Irish Pub', onde nos deliciámos com uma sandes de pastrami. Uhm, que bom... Mas era tempo de partir, tivemos de ir ao hotel levantar as malas. O autocarro aguardava-nos para nos levar até ao aeroporto. Desta vez, estava à nossa espera o avião baptizado com o nome João Gonçalves Zarco, que nos trouxe de volta a casa. E, embora tenhamos gostado muito de Nova Iorque, foi bom regerssar ao nosso país. A viagem foi, de facto, inesquecível. Para o ano queremos outra!!!"
Quando chegámos ao aeroporto de Newark tivemos de ser 'entrevistados' e depois de toda essa burocracia lá fomos a
Na manhã seguinte, depois do pequeno-almoço, tomámos o metro para o porto da cidade, onde apanhámos o barco para a Estátua da Liberdade, não sem antes termos visitado o 'Ground Zero'. Quando ch
Na manhã do dia 31, começámos por visitar China Town, onde também almoçámos. Que espaço engraçado com tantas raças juntas. Aqui comprámos muita coisa, desde a maior parte das prendas até outros objectos muito em conta! Como tínhamos começado as compras, decidimos continuar. De volta à lojas, passámos pelo edifício das Nações Unidas, tão alto que até parecia estreito. Depois, uns foram para o Macy's (os que estavam mais interessados em roupa) e outros para o H&B, uma loja de equipamentos tecnológicos, onde todos ficaram maravilhados com a oferta e com os preços. Mas também fomos ao T
Os dias passaram depressa e a Quarta-feira chegou rapidamente. Neste dia começámos por visitar o Museu Guggenheim, aquele famoso museu de arte. À tarde passeámos uma vez mais pela 5ª Avenida, visitámos o Madison Square Garden, a Central Station e a Penn Station. Lanchámos (os que puderam) 'Dunkin Donuts'.
Quarta-feira passou muito depressa e o dia que ninguém queria chegou. Aproveitámos a manhã para as últimas compras e os últimos presentes e fomos almoçar a um 'Irish Pub', onde nos deliciámos com uma sandes de pastrami. Uhm, que bom... Mas era tempo de partir, tivemos de ir ao hotel levantar as malas. O autocarro aguardava-nos para nos levar até ao aeroporto. Desta vez, estava à nossa espera o avião baptizado com o nome João Gonçalves Zarco, que nos trouxe de volta a casa. E, embora tenhamos gostado muito de Nova Iorque, foi bom regerssar ao nosso país. A viagem foi, de facto, inesquecível. Para o ano queremos outra!!!"






É a fase dc Michelangdo herói. Herói trágico. Tal como Prometeu, rouba ao Olimpo o fogo da sua genial inspiração, embora os abutres das vicissitudes humanas não deixem de o acossar. O trabalho avança muito lentamente. Por mais de um ano, o papa não lhe paga um cêntimo sequer. A família atormenta-o com constantes pedidos de dinheiro. A substância frágil das paredes faz logo derreter as primeiras figuras que esboçara. Impaciente com a demora da obra, o papa constantemente vem perturbar-lhe a concentração para saber se o projeto frutificava. O diálogo é sempre o mesmo: "Quando estará pronta a minha capela?" -- "Quando eu puder!" Irritado, Júlio II faz toda a sorte de ameaças. Chega a agredir o artista a golpes de bengala, que tenta fugir de Roma. O papa pede desculpas e faz com que lhe seja entregue - por fim - a soma dc 500 ducados. O artista retoma a tarefa.No dia dc Finados de 1512, Michelangdo retira os andaimes que encobriam a perspectiva total da obra e admite o papa à capela. A decoração estava pronta. A data dcdicada aos mortos convinha bem à inauguração dessa pintura terrível, plena do Espírito do Deus que cria e que mata. Todo o Antigo Testamento está ai retratado em centenas de figuras e imagens dramáticas, de incomparável vigor e originalidade de concepção: o corpo vigoroso de deus retorcido e retesado no acto da criação do Universo; Adão que recebe do Senhor o toque vivificador de Sua mão estendida, tocando os dedos ainda inertes do primeiro homem; Adão e Eva expulsos do Paraíso; a embriaguez de Noé e o Dilúvio Universal; os episódios bíblicos da história do povo hebreu e os profetas anunciando o Messias. São visões de um esplendor nunca dantes sonhado, imagens de beleza e genialidade, momentos supremos do poder criador do homem. No olhar do Papa Júlio II naquele dia de Finados de 1512 já se prenunciavam os olhares de mihões de pessoas que, ao longo dos séculos e vindas de todas as partes do mundo, gente de todas as raças, de todas as religiões, de todas as ideologias políticas, se deslumbrarão diante da mais célebre obra de arte do mundo ocidental.